terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Reforma ortográfica

Reforma ou apenas normatização ortográfica já existente?
Xavier, Nubea Rodrigues[1]

A reforma ortográfica desde a sua implantação tem ocasionado à população, de uma forma geral, dúvidas quanto à escrita de algumas palavras. Inúmeras reportagens e artigos estão frequentemente esclarecendo as mudanças ocorridas em nossa ortografia. Mas será que há tantas mudanças? Será que as regras ortográficas são em sua totalidade novas?
Se formos analisarmos, regra por regra, podemos dizer que não há tanta inovação. Primeiro, no aumento de letras do alfabeto para 26 letras. O k e o w são moleza, qualquer internauta, que conviva diariamente com Kb e Web - alguma coisa, notou que ambas não faziam parte, oficialmente, do nosso alfabeto, mas que faziam parte do nosso cotidiano. Sem falar, no quão é usual ouvirmos nomes como, por exemplo, Keila, Wesley ou Wellinton. E, quanto ao y, qual criança não se acostumou com os desenhos animados japoneses, que tem a maioria de seus personagens como o Ben Tennyson (Ben 10), e termos começando com y. Portanto, a primeira regra não tem dificuldade nenhuma, tiramos de letra, aliás, aumentamos as letras.
Segunda regra cai o trema. Não, na verdade não caiu o trema, ele já tinha sumido da maioria das nossas grafias. Quem é que ao preencher uma lâmina de cheque, escrevia cinquenta com trema? O valor seria pago mesmo, com o sem o trema. E a palavra linguiça? O sabor desse embutido não ficaria melhor ou pior, nem mais apimentado, se não o escrevêssemos com o trema. Sabemos que mais de 90% das pessoas não utilizavam o trema, apesar das palavras ficarem estranhas, sem a pequena dupla inseparável, quase ninguém fazia questão de utilizá-la.
A terceira regra, o hífen, aquele tracinho com o poder de separação das vogais, acaba por tombar, mas não cai totalmente. Anteriormente, era alvo de desarmonia entre as vogais, sendo o principal responsável pelo divórcio das nossas cinco amigas. Agora, pode haver total harmonia entre elas. Um exemplo disso pode ser aqui lembrado é a dos nossos motoristas de primeira viagem. Agora, além de adequarem-se as novas regras para obtenção da primeira carteira de habilitação, não poderão apenas, com sua própria autoajuda aprender a dirigir, terão que procurar a autoescola certa. Contudo, terá que ser uma autoescola com uma infraestrutura adequada, para não enfrentarem contraindicações quanto a sua primeira habilitação. Compreendendo assim, que não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Essa regra, que podemos dizer que é nova, vem para facilitar a nossa escrita. No entanto, um aviso: algumas palavras continuam separadas por hífen, não podendo seguir na contra-mão para não perderem uma parachoque, uma parabrisa ou ainda um paralama, deverá saber que não serão todas as nossas palavras da língua portuguesa que não mais utilizarão o hífen.
Para as palavras compostas, algumas comadres como a segunda-feira, terça-feira e suas vizinhas, continuam como estão, todas com hífen. As cores como o azul-celeste e o amarelo-ouro também permanecerão como dantes.
Na natureza também não será diferente. A couve-flor, por sua vez, continua com a sua autoestima elevadíssima. Num rápido diálogo com a rosa que toda formosa e cheirosa, deixa claro a sua desaprovação em utilizar o termo flor para a dona couve-flor, uma hortaliça com pele áspera e rude, corpo feio e ainda, com cheiro tão desagradável.
Sendo que, ela uma rosa, com pétalas cor-de-rosa com tonalidade rosa-choque, tão lisa e sedosa e com um perfume tão envolvente e sensual... Faz uma pergunta indignada a couve-flor:
- Como podem te chamar de flor? Isto é inadmissível!!! Eu sim que sou uma flor!
E a couve-flor muito calmamente e com ar de superioridade, responde:
- Querida, alôôôôôôu.......Do que adianta te chamarem de flor, se ninguém te come!!! Mas, sem ressentimentos, a rosa sabe que diante de r e s dobram-se a última letra e, não poderá ser antissocial, mantendo assim a amizade entre elas, mesmo fazendo uma força subumana, porque com palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen.
E, continuando a falar de beleza. Agora vamos falar das flores, estas permanecem com o seu hífen. As flores da espécie da família composta, também ficam compostas em sua grafia, o mal-me-quer também conhecido como flor-das-almas relutam que sempre geram a dúvida cruel: ele me quer ou ele não me quer? Teimam em se juntar. Pois, sabe que não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição.
Mas, e os pássaros com nomes compostos, não podemos deixar de citá-los. Em busca do néctar das flores, o ágil beija-flor continua com hífen. E, o escandaloso e fofoqueiro bem-te-vi continuam também, contando pra todo mundo que já nos viu em algum lugar. Mas, se o recém-casado João-de-barro, por acaso ficar sem-terra para construir sua bela casa, ele saberá que com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, sempre se usará o hífen. Contudo, se o João-bobo quiser dar uma de esperto, ele saberá que, para ter um jantar delicioso terá que realizar muitos semicírculos, porque não se utiliza hífen diante de consoante diferente de r e s.
Porém, para sermos agora hiper-realistas, temos que saber que os sufixos terminados em r, que acompanham outra palavra iniciada com r, utilizarão o hífen. Entretanto como contra-ataque, se a palavra terminar com a mesma vogal que iniciar a próxima palavra devemos usar o hífen.
Tem aqueles prefixos que insistem em manter separando o pré- e o pró-. O pré-natal bateu o pé e manteve seu amigo hífen ao seu lado, rindo o tempo todo com o pós-parto de um alce-leão dente-de-sabre pré-histórico, que ninguém teve coragem de tocar no tracinho deles. E, o chato do pró - manteve o tracinho, como é o caso das palavras pró-labore, pró-desmatamento.
Agora, falando um pouco sobre os acentos. As palavras paroxítonas (aquelas que têm a penúltima sílaba mais forte) vão ficar sem seus companheiros inseparáveis. Essas sim perderão o acento dos ditongos abertos éi e oi. Com certeza, a assembleia perderá com essa nova regra. Mesmo tendo uma ideia muito boa, não poderá colocar em prática na escrita, pois sem paranoia, já houve a estreia da reforma ortográfica aqui no Brasil no mês de janeiro de 2009 e futuramente, acontecerá também para as pessoas europeias, quero dizer os nossos patrícios, os portugueses, a partir do ano de 2014. Mas há ainda, os heróis da resistência, que mantem os seus papéis, ganharão o troféu por manter o acento (porque tem a última sílaba mais forte).
Contudo, temos que deixar claro que vai ficar uma feiura, escrever todas essas palavras sem acento, mas a regra é clara, some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas. E, se eu disser que essas mudanças me pela de medo, e que chega de mudança, para com tudo isso. Terei que saber que, o acento diferencial também sumiu, as palavras pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa, mudaram agora é para, pela, pelo, polo, pera, côa. Só não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente) e, a palavra. fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo. Outra informação interessante: os grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar, some o acento agudo no u forte (mas, fala sério, quem é costumava usar o acento).
E, nosso amigo acento circunflexo, mais conhecido como chapeuzinho, será que ele também tem novidades para nós?
Tem sim! Para aqueles que creem que a reforma ortográfica veio pra ficar e, que leem com frequência sobre esse assuntos, alcançaram voos altíssimos no seu aprendizado, e se não tiverem enjoo para por em prática todas essas regras. Pois as palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos) não receberão mais o acento circunflexo.
Portanto, se fizermos uma autoanálise, veremos que somos autossustentáveis e temos autocontrole para sermos antirracistas e nem tampouco antissociais, para reclamarmos demasiadamente, sem ao menos conhecermos profundamente a reforma, pois temos sim, algumas mudanças que poderemos recorrer a qualquer minidicionário para compreenderemos que não será uma grande e sim, uma minirreforma da nossa ortografia brasileira. Ficou até mais fácil, juntarmos palavras, tiramos acentos ou duplicarmos algumas letras. Admitimos que nossa língua portuguesa seja realmente difícil, mas aprendemos, ou, aliás, ainda, estamos aprendendo dia-a-dia como redigi-la corretamente. Quanto a utilizarmos ou não as novas regras, somos cidadãos livres, tão livres quanto amanhã como hoje, de falar e de escrever. Se isso é bom ou mal é apenas uma questão política. Pois como coloca Machado de Assis: “Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito".



[1] Professora do curso de Letras da Anhamguera/Uniderp Interativa, coordenadora do curso técnico Profuncionário, professora multiplicadora do Núcleo de tecnologia educacional de Dourados/MS e representante do Depto. de políticas sociais do Simted.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Palestras gratuitas através do WEBCASTS



São palestras gratuitas através de acesso no PortalEducação

Participem, acessem o link webcasts e faça a sua inscrição:


Descrição: Programação:12h30 - Início com mesa redonda, palestrante: Ricardo Nantes (Diretor Executivo Portal Educação)

13h00 - Educação a Distância, palestrante: Gilse Perosa (Coordenadora de Pólo Regional da ABED)

14h00 - Ferramentas Web 2.0 para projetos de EaD, palestrante: André Akagi (Diretor de TI Portal Educação)

15h00 - Equipes vencedoras, palestrante: Leandro Rachel (Gestor de Novos Negócios Portal Educação)

16h00 - Resiliência ("Superação")com Marcelo Sampaio (Consultor Empresarial)

17h00 - Clonagem, palestrante: Ronaldo Jesus (Mestre em Biologia Molecular - Portal Educação)

18h00 - Encerramento com mesa redondaKenia Öenning e Eliane Genka (Tutoras Portal Educação)


Data do Webcast: 27/11/2007 às 12:30:00 (hora Brasília)
Duração: 360 minutos
Conferencista: Ricardo Nantes, Gilse Perosa (ABED), André Akagi, Leandro Rachel, Marcelo Sampaio e Ronaldo Jesus

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Importância do Blog como recurso pedagógico

A utilização do blog como recurso pedagógico é algo imprescindível à prática do professor criativo e inserido ás Novas tecnologias da Comunicação e da Informação. Cabe ao professor, elaborar, promover e conduzir seus alunos a elaboração colaborativa e interativa, através das inúmeras possibilidades que o computador e a internet possibilita a comunidade escolar.
Blog Educativo Nubea Xavier
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Rádio e podcasts: o passado e o presente dos arquivos de voz


Sabemos que a história do rádio no Brasil inicia em 1922, com a primeira transmissão, durante as comemorações do centenário da Independência. A divulgação foi realizada por empresas norte-americanas que haviam levado duas pequenas estações ao Rio de Janeiro para divulgar a nova invenção e 80 receptores de rádio foram importados especialmente para o evento. O discurso do presidente Epitácio Pessoa foi transmitido ao vivo, no entanto, muitas pessoas não acreditaram na demonstração de que era possível uma pessoa falar em um ponto e ser ouvida ao mesmo tempo em outros locais.
A primeira emissora de rádio do Brasil, implantada por Edgard Roquette Pinto sob o lema “trabalhar pela cultura dos que vivem em nossa terra e pelo progresso do Brasil”, surgiu em 20 de abril de 1923 através da PRA-2, Sociedade Rádio do Rio de Janeiro. As primeiras emissoras do país eram bancadas por contribuições de sócios. A programação era improvisada e elitista. Ter rádio em casa (um aparelho caro na época) era símbolo de status e de erudição. As emissoras veiculavam óperas, conferências, músicas eruditas e textos instrutivos.

Apesar do longo processo das emissoras de rádio ainda, temos claro, o seu papel na contribuição consideravel na divulgação de notícias, propagandas, músicas e na prestação serviço à comunidade.

Atualmente, com as inúmeras possibilidades que a internet nos oferece, podemos ouvir uma notícia ou música a qualquer hora e em qualquer lugar, sem que esta notícia esteja proferida naquele momento. Essa possibilidade pode ser realizada através dos podcastings ou webradios, que são métodos de distribuição de conteúdo digital multimídia pela internet. Devido a uma tecnologia inovadora, os feeds, os programas são atualizados automaticamente em um software, chamado agregador, assim que os produtores disponibilizam novos programas. No campo educacional temos inúmeras possibilidades de criação, onde nossos alunos, podem tornar-se repórteres, editando textos através de audios, escolhendo as músicas que possuem afinidade e ainda colocando na mídia todos os interesses da escola ou da comunidade. Os professores podem trabalhar a oralidade das diversas "tribos" existentes na sua comunidade escolar, explorando assim o não preconceito aos dialetos existentes, mas enfatizando o momento e lugar correto para cada fala ou dialeto.

Ouça no galeria de voz, as diversas falas e discursos de artistas, políticos, poetas, atores e locutores importantes durante a hístória do rádio no Brasi.
Quer saber mais sobre Podcast: acesse Podcastone

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

WEB 2.0: GOOGLE DOCS e PODCAST: recursos que facilitam o fazer pedagógico

GOOGLE DOCS


O que é Google Docs é uma ferramenta disponível na Web 2.0 que se pode criar e publicar documentos, elaborando através de textos editados, listas com marcadores; tabelas, imagens, comentários e fórmula, slides; entre outros.
É muito fácil e rápido de usar, pois a área de trabalho já é conhecida, de forma a facilitar a utilização das ferramentas existentes, basta apenas clicar nas funções da barra de ferramentas para obter as funções de alterar a fonte ou formato, cor, números, tamanha etc. Além de criar novos documentos o usuário pode fazer upload de arquivos já existentes que podem ser: DOC, XLS, ODT, ODS, RTF, CSV, PPT, etc.
Outra vantagem é que todos os documentos criados ou realizados o upload, ficam arquivados, não é necessário baixar, pode ser editado e acessado em qualquer local, basta ter uma conexão à internet e um navegador padrão. Com o armazenamento on-line e salvamento automático, o usuário não precisa se preocupar com falhas no disco rígido local.
Os documentos editados podem ser publicados em tempo real ou se preferir serem divulgados apenas para a sua lista de e-mails, restringindo dessa maneira, quem possa visualizar a sua publicação.
Se o usuário quer disponibilizar a publicação sem limitações, uma dica interessante é poder postá-lo no blog do usuário, além disso, várias pessoas podem visualizar e fazer alterações simultaneamente. As planilhas editadas vêem com uma janela de bate-papo na tela, em que todos os usuários online podem ter as mudanças e revisões de documentos.
Sendo assim, a ferramenta Google Docs facilita, agiliza e divulga todas as atividades relacionadas ao nosso cotidiano, e ao que se refere à educação podemos elaborar, criar ou publicar inúmeras atividades que possam vir a auxiliar e facilitar o processo de ensino/aprendizagem.






PODCAST

Em primeiro lugar temos que esclarecer o significado deste recurso: segundo http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcasting, a palavra "podcasting" é uma junção de Ipod - marca do aparelho de mídia digital da Apple de onde saíram os primeiros scripts de podcasting - e broadcasting (transmissão de rádio ou tevê).
Em seguida, temos que saber qual a funcionalidade e aplicabilidade de um podcast. Podemos dizer que os podcasts podem ser ouvidos em qualquer dispositivo capaz de reproduzir arquivos mp3, são arquivos de voz ou sons que disponibilizados na internet podem ser dispostos para download e assim serem ouvidos offline. Além do download os arquivos podem ser assinados via RSS (RSS é a sigla em inglês para Rich Site Summary ou Really Simple Syndication,quer dizer, é uma forma de apresentação ao conteúdo de um site de forma resumida).
Mediante a essa facilidade, podemos afirmar que, qualquer pessoa pode criar sua própria rádio e iniciar um trabalho de divulgação seja este relacionado a entretenimento ou informação. Para saber como criar um podcast, sugiro o eupodo, apesar de desatualizado ele trás passo a passo de como elaborar de forma simples e fácil seu podcast. Um dos recursos sugeridos para a elaboração de podcast é o audacity. Quanto à publicação em sites gratuitos para hospedagem de podcast, temos o my podcast e o arquivo web.
No campo educacional, um podcast educacional tem inúmeras utilidades desde na elaboração de projetos de ensino/aprendizagem até mesmo na divulgação de eventos da escola ou da comunidade. Veja o podcast da UFMG: http://www.ufmg.br/online/radio/arquivos/003170.shtml.
Para conhecer um pouco mais visite o site escolabr elaborado por Eziquiel Menta. Ou visite a webnteradio para familiarizar-se com a produção de podcasts.
No mais, é só iniciar sua gravação de sons ou músicas e começar a produzir seus podcasts divulgando seu trabalho ou de sua escola.



segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Webquest e Produção de vídeos, recursos que auxiliam o processo de ensino/aprendizagem


Webquest é ferramenta que fornece de forma orientada aos alunos atividades de aprendizagem dentro de uma perspectiva construtivista, integrando assim, aprendizagem inovadora, a tecnologia e a pesquisa.
Através da Webquest professores podem elaborar atividades com inúmeros recursos a serem utilizados pelos alunos, assim como os aplicativos do computador, bem como alguns recursos da internet. Dentre essas sugestões, podemos citar o movie maker, que é um ótimo recurso para a produção de pequenos filmes, documentários, entrevistas e relatos.
A partir dessas ferramentas, o professor passa a ser apenas o intermediador, possibilitando ao aluno o estímulo e a capacidade de análise e de seleção de informação, discussão, criatividade e autonomia. Objetivando assim, a sobreposição do raciocínio, em lugar da memorização, promovendo dessa maneira a aprendizagem cooperativa.
Podemos destacar inúmeras vantagens quanto ao uso da webquest em ambiente escolar:
• Professores desenvolvem atividade em cooperação com alunos, permitindo a interação e a participação de todos, fugindo do costume errôneo da maioria dos alunos, de apenas utilizar o Ctrl C + Ctrl V;
• Os recursos são disponíveis da web e podem ser contextualizados com a realidade da sala de aula;
• Todas as estratégias de criação são a partir das competências dos alunos, utilizando assim, a criatividade e reconstrução de conhecimentos;
• Tem como estrutura a elaboração de projetos, de forma a organizar e estruturar toda a pesquisa a ser realizada pelo aluno;
• As aulas podem ser elaboradas apenas com links e recursos disponibilizados na web;
Portanto, a utilização da produção de pequenos vídeos com o movie maker e a realização de atividades com a webquest são atividades que fornecem inúmeras possibilidades de criação e autonomia, privando pela originalidade e pelo aprendizado crítico.